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Não é Boi, é Cavalo. O Cavalo de pano do Capitão Marinho, o dono da festa. Um folgazão que nas pausas da lavoura se criou e trouxe todos pra roda, entre canaviais de senhores de engenho. Os nobres bufões Mateus e Bastião contratados pelo Capitão, mantenedores picarescos do brinquedo, comungadores da mesma Catirina e seu Jereré, arrodeiam aos trancos e barrancos, e marcam na pancada da bexiga as toadas do banco de tocadores de rabeca, ganzá, bage de taboca, pandeiro e bombo. Com a chegada do Mestre Ambrósio, e astúcias do Capitão, desvela-se uma séries de figuras diversas, muitos Manés, idosos, militares, animais e seres fantásticos. Um a um vêm e vão, para que no ponto alto uma linda Galantaria com arcos de fita esvoaçantes tragam o divino em loas aos reis Magos. Os personagens mostram o Brasil real para o brasileiro. Surgido há mais de cem anos na zona da mata pernambucana e paraibana, o Cavalo Marinho é um espetáculo de musica, dança, teatro e uma estética incrível. Elementos católicos, crenças africanas e indígenas, historias de trabalho, valores sociais além de fantástico. Aqui mergulharemos exclusivamente na salva guarda dos elementos estéticos dos personagens deste folguedo universal nordestino.

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